TL;DR: A I.A. não nasceu com o ChatGPT. Ela nasceu há mais de 80 anos, foi bancada por governos e quase morreu duas vezes quando esses mesmos governos fecharam a torneira. Hoje o jogo virou e ela entrega resultado, virando ativo estratégico de Estado. Os modelos vão continuar crescendo, só não vai ser para você.
Há alguns dias li algumas publicações do Fabio Akita sobre I.A.1, principalmente após todo o burburinho causado por Dario Amodei2 e cia., pedindo que os laboratórios de fronteira desacelerem a evolução dos modelos3.
TL;DR: O avanço das LLMs trouxe a democratização do desenvolvimento, mas o custo pode ser muito alto nos próximos anos.
Esse post nada mais é do que um paper que eu estava elaborando. O objetivo principal era publicar em alguma revista/magazine, como a IEEE. Mas, por falta de tempo para concluir e passar a limpo, optei por publicar o rascunho inicial aqui até que a ideia central esteja lapidada e definida.
TL;DR: Python é mais lento que linguagens compiladas. Mas em 2025, essa diferença é irrelevante na prática.
Todo programador iniciante precisa escolher uma linguagem para começar. Apesar do discurso de que linguagem não importa — e de que um bom profissional resolve problemas em qualquer stack —, na prática, é inviável aprender múltiplas linguagens do zero ao mesmo tempo. A escolha inicial direciona o estilo, os conceitos e até o tipo de projeto que você vai construir.
O projeto GNU/Linux poderá ser muito mais ou muito menos nos próximos anos,
com os altos investimentos que a Valve está fazendo no SteamOS e Proton,
e com o crescimento das IAs, confio que sistemas baseados em alguma distribuição
GNU/Linux serão tendencias e alternativas viáveis ao Windows.
Infelizmente ainda existem muitos desafios pela frente. Para começar, precisamos
que as empresas entendam que esse é um sistema vivo, com uma base de usuários
considerável. Muitos softwares ainda não são compatíveis com a maioria das
distribuições, e muitas empresas nem fazem questão de prestar um suporte para
esses sistemas.